sexta-feira, 27 de abril de 2012

O que é o stress e como administrá-lo?

Stress é o estado psico-orgânico produzido pela desfasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa de enfrentar. Para administrá-lo, o Método DeRose não se limita a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.

O stress em si não é uma coisa má. Sem ele, o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controlo sobre ele.

Entre um alerta psicofísico e outro, a pessoa teria condições de se refazer desse estado de extrema tensão orgânica e mental. Para tanto, seria preciso que houvesse menor frequência do estado de tensão ou, então, técnicas específicas para minimizar a fadiga generalizada dali resultante e que produz uma reação em cadeia de efeitos secundários, tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insónia, depressão, nervosismo, quebra de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual, dores nas costas e o pior de todos os problemas de saúde: as contas do médico!

Basta reduzir o stress para amenizar também todos esses seus efeitos, os quais, de outra forma, dificilmente cederiam a um tratamento verdadeiramente definitivo. A terapia, neste caso, seria meramente paliativa ou um mascaramento dos sintomas.

As técnicas do Método DeRose são um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada numa grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam essas técnicas aos seus pacientes stressados.

Por essa razão, são muitos os empresários, executivos, políticos, artistas e profissionais liberais que encontram no Método DeRose a dose extra de energia e dinamismo que necessitam e, ao mesmo tempo, o controlo do stress.

Noventa por cento das pessoas sentem os efeitos de combate ao stress já na primeira prática de Método DeRose.


Fonte: Tratado de Yôga, DeRose

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A diferença entre "fazer Yôga" e ser um yôgin

Há uma diferença muito grande entre tocar piano e ser pianista. O primeiro vai à escola de música, aprende umas notas, dá-se por satisfeito em extrair alguns sons do nobre instrumento, paga e vai embora. Já o que tem a aspiração de ser um pianista, vai para casa e treina horas a fio. Lê livros sobre o assunto. Participa de eventos. Dá recitais. Envolve-se. Compromete-se. Faz disso sua razão de viver.

Isso é assim com qualquer coisa. Com o Yôga também. Quem apenas pratica Yôga não é forçosamente um yôgin. Só é um yôgin aquele que penetra fundo, de corpo e alma, na filosofia de vida que o Yôga preconiza. Aquele que na sua vida particular segue um programa de envolvimento e identificação total, a tempo integral.

Mas como conseguir isso sem se alienar e sem gerar fanatismo?

As recomendações devem ser adotadas pelo praticante de forma a que não prejudiquem os seus compromissos profissionais ou as relações familiares. Tenha presente que o Yôga significa união no sentido de integração. Integração é o oposto de alienação.

O Yôga não endossa fanatismo. Procure incorporar gradualmente esta filosofia prática no seu dia a dia, de forma a absorvê-la naturalmente sem deixar que surjam arestas que o tornem uma pessoa "esquisita".


Fonte: Tratado de Yôga, DeRose

Código de Ética do Yôgin - IV. Brahmáchárya

A quarta norma ética do Yôga é brahmáchárya, a não-dissipação da sexualidade.

Esta norma recomenda total abstinência de sexo aos adeptos do Yôga Clássico e de todas as correntes não-tântricas.

O yama brahmáchárya não obriga o celibato nem a abstinência do sexo para os yôgins que seguirem a linha tântrica.

A sexualidade se dissipa pela prática excessiva de sexo com orgasmo.

O yôgin ou yôginí que tiver conquistado progressos em sua qualidade de energia mediante as práticas e a observância destas normas, deverá preservar sua evolução,evitando relações sexuais com pessoas que não se dediquem ao mesmo ideal de saúde e purificação.

Preceito moderador: 

A observância de brahmáchárya não deve induzir ao moralismo, puritanismo, nem ao distanciamento ou à falta de afeto entre as pessoas, nem como pretexto para furtar-se ao contato íntimo com seu parceiro ou parceira conjugal.

Fonte: Tratado de Yôga, DeRose

terça-feira, 10 de abril de 2012

Produto do Mês - Karma e Dharma

Durante o mês de Abril, adquire o teu exemplar da obra Karma e Dharma, do Mestre DeRose, com 20 por cento de desconto na Unidade 5 de Outubro.

Um livro com ensinamentos revolucionários, onde aprenderás a comandar o teu destino, saúde e finanças.

Transforma a tua vida!

Você está insatisfeito?


Observe que raríssimas são as pessoas que estão satisfeitas com os seus mundos. Em geral, todos têm reclamações do seu trabalho, dos seus subalternos e dos seus superiores; da sua remuneração e do reconhecimento do seu trabalho; reclamações dos seus pais, dos seus filhos, dos seus cônjuges, do seu condomínio, do governo do seu país, do seu estado, da sua cidade, da polícia, da justiça, do departamento de trânsito, dos impostos, dos vizinhos mal educados, dos motoristas inábeis, dos pedestres indisciplinados…Quanta coisa para reclamar, não é?

Se formos por esse caminho, concluiremos que o mundo não é um lugar bom para se viver e seguiremos amargurados e amargurando os outros. Ou nos suicidaremos!...

Se o chão tem espinhos, não queira cobrir o solo com couro. Cubra os seus pés com calçados e caminhe sobre os espinhos sem se incomodar com eles.

Ou seja, a solução não é reclamar das pessoas e das circunstâncias para tentar mudá-las e sim educar-se a si mesmo para adaptar-se. A atitude correcta é parar de querer infantilmente que as coisas se modifiquem para satisfazer ao seu ego, mas sim modificar-se a si mesmo para ajustar-se à realidade. Isso é maturidade.


Fonte: Karma e Dharma, DeRose

Receita do Mês



Um prato colorido é defendido por qualquer entendido na área da saúde como bem nutritivo para o organismo. Conciliando esta informação com o sistema alimentar do Método DeRose, recriámos um novo prato adaptado de um outro que todos conhecem em Portugal.

Legumes à Braz

Ingredientes para 4 pessoas:
2 alhos francês; 
2 cenouras grandes;
1 pimento vermelho;
1 beringela;
2 pacotes de batata palha*;
4 ovos;
Azeite; 
Condimentos a gosto q.b. (recomendamos noz moscada, pimenta, cominhos, um pouco de caril e gengibre); 
salsa a gosto.

Preparação:
Colocar azeite no fundo de um tacho e levá-lo ao lume, com o alho francês cortado às rodelas finas, até refogar ligeiramente. Juntar a cenoura ralada e deixar refogar mais um pouco. Juntar o pimento e a beringela em pedaços e refogar mais um pouco. Juntar as batatas e envolver tudo. Juntar os ovos batidos e envolver novamente. Desligar o lume, juntar os condimentos e mexer. Por fim, polvilhar com a salsa.

*recomendação: batata palha larga da marca continente, é menos salgada e menos oleosa.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Código de Ética do Yôgin - III. Astêya

A terceira norma ética do Yôga é astêya, não roubar.

O yôgin não deve se apropriar de objetos, idéias, créditos ou méritos que sejam devidos a outrem.

É patente que, ao fazer uso em aulas, em entrevistas a órgãos de comunicação e em textos escritos ou gravados de frases, definições, conceitos, métodos ou símbolos de outro professor, seu autor seja sempre honrado através de citação e/ou direito autoral, conforme o caso.

Desonesto é prometer efeitos que o Yôga não pode proporcionar, bem como acenar com benefícios exagerados, irreais ou mirabolantes e, mormente, curas de qualquer natureza: física, psíquica ou espiritual.

Um professor de Yôga não deve roubar alunos de outro professor.

Em decorrência disso, será antiético um professor instalar-se para dar aulas nas proximidades de outro profissional da mesma linha de trabalho sem consultá-lo previamente.

Considera-se desonesto o professor cobrar preços vis, pois, além de desvalorizar a profissão, estará roubando o sustento aos demais professores que dedicam-se exclusivamente ao Yôga e precisam viver com dignidade e sustentar suas famílias como qualquer outro ser humano.

Tal procedimento estaria, ademais, roubando da Humanidade o patrimônio cultural do Yôga, já que só poderia ministrá-lo a preços ignóbeis quem tivesse uma outra orma de sustento e, portanto, não se dedicasse a tempo integral ao estudo e auto-aprimoramento nessa filosofia de vida, o que culminaria numa gradual perda de qualidade até sua extinção total.

Preceito moderador:

A observância de astêya não deve induzir à recusa da prosperidade quando ela representar melhor qualidade de vida, saúde e cultura para o indivíduo e sua família. Contudo, a opulência é um roubo tácito.


Fonte: Tratdo de Yôga, DeRose.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Código de Ética do Yôgin - II. Satya

A segunda norma ética do Yôga é satya, a verdade.

O yôgin não deve fazer uso da inverdade, seja ela na forma de mentira, seja na forma de equívoco ou distorção na interpretação de um fato, seja na de omissão perante uma dessas duas circunstâncias.

Consequentemente, ouvir boatos e deixar que sejam divulgados é tão grave quanto passá-los adiante.

O boato mais grave é aquele que foi gerado com boa-fé, por falta de atenção à fidelidade do fato comentado, já que uma inverdade dita sem más intenções, tem mais credibilidade.

Emitir comentários sem o respaldo da verdade, sobre fatos ou pessoas, expressa inobservância à norma ética.

Praticar ou transmitir uma versão inautêntica de Yôga constitui exercício da inverdade.

Exercer o ofício de instrutor de Yôga sem ter formação específica, sem habilitação mediante avaliação de autoridade competente ou sem a autorização do seu Mestre, constitui ato ilegítimo.

Preceito moderador:

A observância de satya não deve induzir à falta de tato ou de caridade, sob o pretexto de ter que dizer sempre a verdade. Há muitas formas de expressar a verdade.


Fonte: Tratado de Yôga, Mestre DeRose

quarta-feira, 21 de março de 2012

Código de Ética do Yôgin - I. Ahimsá

A primeira norma ética do Yôga é o ahimsá, a não-agressão. Deve ser entendido lato sensu.

O ser humano não deve agredir gratuitamente outro ser humano, nem os animais, nem a natureza em geral.

Não deve agredir fisicamente, nem por palavras, atitudes ou pensamentos.

Permitir que se perpetre uma agressão, podendo impedi-la e não o fazendo, é acumpliciar-se no mesmo ato.

Derramar o sangue dos animais ou infligir-lhes sofrimento para alimentar-se de suas carnes mortas constitui barbárie indigna de uma pessoa sensível.

Ouvir uma acusação ou difamação e não advogar em defesa do acusado indefeso por ausência, constitui confissão de conivência.

Mais grave é a agressão por palavras, atitudes ou pensamentos cometida contra um outro praticante de Yôga.

Inescusável é dirigir tal conduta contra um professor de Yôga.

Sumamente condenável seria, se um procedimento hostil fosse perpetrado por um professor contra um de seus pares.

Preceito moderador:

A observância de ahimsá não deve induzir à passivdade. O yôgin não pode ser passivo. Deve defender energicamente os seus direitos e aquilo em que acredita.


Fonte: Tratado de Yôga, DeRose.