sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A História da Micaela Crespo

Eu cheguei à Unidade 5 de Outubro, mas cheguei a medo. Como numa daquelas histórias de telenovela argentina em que a moça começa novo namoro, e, pelo sim pelo não, mantém o anterior, só a ver em que é que param as modas.

E é assim que, estando em Fevereiro de 2008, vinda de uma daquelas viagens arrasadoras em que o chão me parece andar debaixo dos pés, me vejo à porta da academia do N. D., pé dentro pé fora, a falar com um senhor muito vestido de azul e também muito calmo (não quero aqui usar o "Zen", que parece mal, mas cai-lhe bem). Digo-lhe ao que vinha. Queria pagar a mensalidade do Judo da minha filha Leonor, que a viagem me impedira de pagar a horas. Não era com ele, explica-me com toda a calma. Com ele era Yoga.

- Quer experimentar? pergunta-me.

No meio de tanta calma, que conseguiu não me irritar (normalmente as pessoas que fazem muito suspense em cada frase irritam-me), quis mesmo experimentar. E o senhor de azul, mais novo do que eu, de quem hoje não me lembro o nome, foi meu professor, pelo menos até Julho.

Entrei triunfal. De preto. - Tente cores mais claras. Disse-me ao descair.

A minha primeira aula foi uma autentica sessão de tortura. Hoje sei que o que fiz foi uma aula de yôga ortodoxa "sem contemplações". Depois de um mantra puxado, de me debater com o pránáyáma e de perceber que não sabia respirar, entrei num ásana severo de 2 minutos e meio para cada lado. Ai pernas, que vos preciso para a embraiagem! E vai que chego à invertida sobre os ombros. Boa, uma que eu sei bem, fazia isto em pequenita e ainda hoje quando me apetece! Não, nem pensar, quem está com o período não a deve fazer por razões de segurança (sem mais). Bolas, que mau feitio. E mesmo assim gostei! Foram precisas mais umas aulas para perceber que gostava da ideia, mas tinha de haver algo melhor. Foi preciso ainda comprar umas calças de um azul petróleo lindíssimo, com um top de pandam, nada baratinhos acrescente-se, e me sair o senhor azul: - Desculpe, mas essa cor está reservada ao mestre. Afinal o rosa é que era para as meninas!

O tanas, aí que tanta calma e má vontade me fizeram dar corda aos dedinhos e procurar na internet algo mais docinho. Yoga sem "^" procurei eu. Sairam-me os Samkhya, de quem já era aluna e um tal de Raja Yôga, ali para as Amoreiras. Lá fui eu. Aula experimental. Não me apanhavam noutra. E eram grávidas-gravidíssimas, muita mentalização e um Súrya Namaskára interminável. Não, ainda não era aquilo!

Mudei a busca: Yoga em Lisboa. Mesmo sem "^" lá apareceu a Unidade! Uma senhora cativante ao telefone. Uma visita apressada. Um Hugo convincente. E muita pressa, muita mesmo. A senhora cativante materializou-se numa Professora Zélia simpática, mesmo muito simpática, o que por acaso não me irritou, ainda que à data bebesse do cliché do muito-simpática-muito-cínica. A cada vez que nos cruzávamos, vinha-me a nítida sensação de que já a conhecia. Mas a convivência veio a provar que não, não a conhecia de lado nenhum, nem tão pouco ela a mim (quisera hoje, quem sabe), mesmo assim, sabe-se lá porquê, hoje subsiste essa sensação. E depois de muita aula boa, depois de ter sido simultâneamente aluna de dois métodos por quase dois meses e de ter optado por este, fiquei, fui ficando, vou ficando, na unidade e no mesmo nível! Isto apresar das reclamações, mais que fundadas, sublinhe-se, daquela senhora simpática que até me propôs que vos contasse tudo isto e na qual ouso depositar toda a responsabilidade destas palavras. E porque vos adoro, desejo-vos muito Rosa. (agora até já gosto!)

Beijos

Micaela

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A História do Paulo Guilherme

Um dia alguém me perguntou se eu já tinha pensado em praticar Yôga...
Já tinha várias vezes passado nalguns sitios onde tinha visto umas placas a dizer “Universidade de Yôga”, soava a algo “sério” e decidi ir à Unidade Marquês de Pombal.
Deram-me informações e um livro “O que é o Yôga?”, mas na altura não faziam aulas experimentais, por isso vim-me embora. Ainda repensei, pois a minha intenção era também a formação profissional, mas sem ter experimentado não sabia qual o ambiente das aulas.
Entretanto fui experimentando várias aulas de outros tipos de Yôga mas, cheguei à conclusão que assim não chegava a lado nenhum, porque ainda que os efeitos fossem muito bons o meu coração dizia-me que não era ali. Parei de experimentar.
Uns tempos depois algo dentro de mim se “iluminou” e percebi que era na Universidade de Yôga, mesmo sem aula experimental. Fui à internet, vi todas as Unidades em Lisboa e seus instrutores e percebi que a Unidade 5 de Outubro era a eleita do meu coração.
Vim à Unidade, fui muito bem recebido pela Professora Zélia, tivemos uma bela conversa e inscrevi-me. Há dois anos e meio que cá estou e adoro, também já comecei a formação profissional e o meu empenho redobrou.

Venham, experimentem e se o vosso coração brilhar, juntem-se a nós...

                                 SwáSthya

P.S.- Podem fazer aula experimental.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A História da Vanda Mendonça

Sempre tive uma grande curiosidade em relação ao Yôga. Lembro-me de ainda criança fazer a invertida sobre os ombros, imitando o meu pai que praticava Yôga em casa.

O bichinho ficou. Durante muitos anos, sempre que ouvia ou via algo sobre Yôga sentia um enorme desejo de saber mais sobre essa filosofia. No entanto, provavelmente, não era ainda o momento certo.

Esse dia chegou há cerca de dois anos, ainda na ilha Terceira, quando a minha irmã me levou a experimentar uma das suas aulas de SwáSthya Yôga, com a instrutora São Quadros. Adorei tudo, desde o primeiro minuto! Comecei então a ler alguns livros do Mestre DeRose e tive a certeza – tinha, finalmente, encontrado a minha tribo!

Mas a verdadeira revolução aconteceria um ano depois, em Outubro de 2009, já em Lisboa, ao descobrir a Unidade 5 de Outubro, através de um postal do Método DeRose, que encontrei num centro comercial das redondezas e que ainda hoje guardo. Decidi inscrever-me e, desde então, a minha vida não parou de mudar. E para melhor!

Fui recebida por uma equipa maravilhosa, que me tem ajudado a ser uma pessoa mais feliz, mais saudável e mais bonita, por dentro e por fora. Recentemente, comecei a minha formação para tornar-me instrutora do Método DeRose e poder partilhar o carinho e a alegria desta egrégora com o resto da humanidade.

Obrigada 5 de Outubro!

A História da Ivone Loureiro

Tudo começou muito recentemente, em Julho deste ano e em contexto de ginásio, onde pela primeira vez tive contacto com o SwáSthya Yôga… frequentei duas aulas… fiquei maravilhada, foi como um “clique”… houve uma imediata identificação…como se algo dentro de mim me impelisse a esta nossa filosofia de vida.

Pesquisei através da internet e fui atraída para a 5 de Outubro; de imediato efectuei contacto telefónico afim de saber o que seria necessário para frequentar o Curso de Formação de Instrutores e fui calorosamente atendida pela Profª Zélia… que me disse que era uma Formação muito exigente…pensei “estupendo” era mesmo isto que eu procurava!
Em Agosto fiz uma visita à Unidade, adorei o espaço, muito aprazível. Fui recebida com tanto carinho, que me senti logo em casa.


A primeira de muitas conquistas, que advirão, foi receber o estatuto de Sádhaka. A emoção foi indescritível!

E aqui estou eu nesta maravilhosa Unidade, a frequentar o Curso de Formação para Instrutores e a fazer parte desta fantástica Egrégora, de que tanto me orgulho.

Deixo um convite a todos os meus amigos, venham experimentar… e conhecer as pessoas adoráveis, com as quais tenho o privilégio de conviver.

Obrigada a todos pela forma como me receberam na Unidade!

Ivone Loureiro

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A História da Cláudia Henriques

O primeiro contacto que tive com o Método DeRose foi em 2006 através da minha mãe que desde essa altura pratica o Método. Para acompanhá-la fui nesse ano ao lançamento de um dos livros do Mestre e no ano seguinte também, conheci o Mestre DeRose e assisti maravilhada a algumas coreografias. Na altura a minha mãe incentivou-me muito a praticar mas dava-lhe sempre a mesma desculpa “falta de tempo”. Agora digo “que perda de tempo!” e nem consigo arranjar justificação para ter estado a perder o meu tempo (que na altura tanto estimava...) sem praticar!

Em Outubro 2008, numa das minhas passeatas à hora do almoço pela 5 de Outubro, encontrei a Unidade e pensei “vou só pedir informações”. Fui tão carinhosamente recebida pela Professora Zélia que nesse mesmo instante inscrevi-me e desde então faço parte desta forte Egrégora que me tem acompanhado nestes últimos 2 anos.

Este ano comecei o Curso de Formação de Instrutores e agora não perco mais tempo na minha vida ;)


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A História da Ana Paula Barreto

Como tudo começou? Foi mais ou menos por esta altura, no Outono do ano passado...

Bem...foi engraçado..depois de ter tido um contacto com o SwáSthya Yôga em contexto de ginásio, durante um ano...quis contudo descobrir mais sobre esta filosofia de vida!

E foi através da internet, clicando no site da Unidade 5 De Outubro, a minha primeira escolha, que vi a imagem da Prof. Zélia, e não mais procurei!

Identifiquei-me logo com a Unidade!

Depois da entrevista inicial com a Prof.Zélia estava convicta que ali era o meu lugar de eleição para aprender mais sobre o Método DeRose, seus conceitos e técnicas.

Comecei por frequentar o Curso de Mudrás, leccionado pela Prof. Zélia, e através deste primeiro contacto tenho vindo a reforçar os meus laços com esta magnifica egrégora, como aluna, sádhaka, desde Fevereiro deste ano!

A excelência no ensino, a camaradagem e o profissionalismo de todos que fazem esta equipa, aumentam o meu desejo de querer continuar a pertencer a esta egrégora, e de sentir orgulho quando digo que sou da 5!

Querem se juntar a nós? Venham!

Estamos de braços abertos para vos receber!

Beijos,

Ana Paula Barreto



A História da Lisete Quintino

Conheci o Método através de um amigo. Na altura pensei: "Isto do "yoga" não é para mim!" Já tinha passado por uma experiência que não me tinha agradado, mas não era Método DeRose. Mesmo assim, como não sou de cruzar os braços logo à 1ª, decidi ir experimentar. Na altura, foi no EspaçoIn, local que o meu amigo recomendou. Travei então, o 1º conhecimento com a Ana Rosa (instrutora e directora do espaço) e com o Método, e logo me inscrevi totalmente convencida que ia gostar. Não, não ia gostar. Acabei por adorar e me apaixonar, de tal maneira que hoje estou a um pequeno passo de me tornar instrutora. A Ana viu-se obrigada a fechar o espaço. Mas eu não desisti. Estava decidida que tinha de fazer o CFI (cursos de formação de instrutores). Por isso, fui com ela para a Unidade 5 de Outubro. Esta maravilhosa Unidade onde estou agora e que me deu opurtunidade de evoluir e chegar até onde estou neste momento (aluna graduada). E onde tenho a certeza de continuar a evoluir sempre cada vez mais. Ah! Quanto a conquistar técnicas, o que sempre fiz desde o inicio, foi treinar, com mentalização e trabalho diário. Tanto que ao fim de uma semana de ter começado a praticar, já estava a fazer a invertida sobre a cabeça e o nosso famoso kakásana :).

Graduada Lisete Quintino

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A História da Carla Moura

Foi em Agosto de 2008, o 1º contacto com a Unidade 5 de Outubro. A Bárbara (Simão) andava na rua a distribuir panfletos e ela disse-nos (a mim e aos meus colegas) que podíamos marcar uma aula experimental e foi o que fizemos. Adorei a aula dada pela Bárbara e no final fiquei super admirada com a invertida sobre a cabeça feita pelo Paulo! Pensei para comigo: como é possível fazer isto!?!?!?!? Nunca o irei conseguir!!! Resultados da aula: No dia a seguir ficámos de rastos, quase que não nos mexíamos!

Na altura não me inscrevi, mas aquilo ficou-me a matutar, estava mesmo a precisar de uma actividade bem diferente dos ambientes de ginásio … uma coisa mais calminha e serena.

Até que em Outubro (2008) resolvi inscrever-me e cá estou até hoje!! … consegui fazer a invertida sobre a cabeça 10 meses depois!! Foi uma grande conquista!!!

Carla Moura

Sat-Chakra

A Ivone recebeu a sua insígnia em mais um SAT-CHAKRA divertidíssimo. Ora vejam!



A toalha tem os seus preceitos de colocação...

...e o incenso também...
Qualquer altura é boa para passar conhecimento.
A nossa directora acompanhada da Margarida, nossa aluna mais antiga.
Valeu a pena o esforço. A mesa estava linda.

E o momento alto da noite!
A Ivone, já de insígnia ao peito.
Hora de coreografias com a nossa Lisete. Muito bem!

E festa prosseguiu...
...sempre a mantricar...


 Em Outubro há mais! Será no dia 20. Vai, com toda a certeza, ser ainda ser melhor!