sexta-feira, 13 de abril de 2012

Código de Ética do Yôgin - IV. Brahmáchárya

A quarta norma ética do Yôga é brahmáchárya, a não-dissipação da sexualidade.

Esta norma recomenda total abstinência de sexo aos adeptos do Yôga Clássico e de todas as correntes não-tântricas.

O yama brahmáchárya não obriga o celibato nem a abstinência do sexo para os yôgins que seguirem a linha tântrica.

A sexualidade se dissipa pela prática excessiva de sexo com orgasmo.

O yôgin ou yôginí que tiver conquistado progressos em sua qualidade de energia mediante as práticas e a observância destas normas, deverá preservar sua evolução,evitando relações sexuais com pessoas que não se dediquem ao mesmo ideal de saúde e purificação.

Preceito moderador: 

A observância de brahmáchárya não deve induzir ao moralismo, puritanismo, nem ao distanciamento ou à falta de afeto entre as pessoas, nem como pretexto para furtar-se ao contato íntimo com seu parceiro ou parceira conjugal.

Fonte: Tratado de Yôga, DeRose

terça-feira, 10 de abril de 2012

Produto do Mês - Karma e Dharma

Durante o mês de Abril, adquire o teu exemplar da obra Karma e Dharma, do Mestre DeRose, com 20 por cento de desconto na Unidade 5 de Outubro.

Um livro com ensinamentos revolucionários, onde aprenderás a comandar o teu destino, saúde e finanças.

Transforma a tua vida!

Você está insatisfeito?


Observe que raríssimas são as pessoas que estão satisfeitas com os seus mundos. Em geral, todos têm reclamações do seu trabalho, dos seus subalternos e dos seus superiores; da sua remuneração e do reconhecimento do seu trabalho; reclamações dos seus pais, dos seus filhos, dos seus cônjuges, do seu condomínio, do governo do seu país, do seu estado, da sua cidade, da polícia, da justiça, do departamento de trânsito, dos impostos, dos vizinhos mal educados, dos motoristas inábeis, dos pedestres indisciplinados…Quanta coisa para reclamar, não é?

Se formos por esse caminho, concluiremos que o mundo não é um lugar bom para se viver e seguiremos amargurados e amargurando os outros. Ou nos suicidaremos!...

Se o chão tem espinhos, não queira cobrir o solo com couro. Cubra os seus pés com calçados e caminhe sobre os espinhos sem se incomodar com eles.

Ou seja, a solução não é reclamar das pessoas e das circunstâncias para tentar mudá-las e sim educar-se a si mesmo para adaptar-se. A atitude correcta é parar de querer infantilmente que as coisas se modifiquem para satisfazer ao seu ego, mas sim modificar-se a si mesmo para ajustar-se à realidade. Isso é maturidade.


Fonte: Karma e Dharma, DeRose

Receita do Mês



Um prato colorido é defendido por qualquer entendido na área da saúde como bem nutritivo para o organismo. Conciliando esta informação com o sistema alimentar do Método DeRose, recriámos um novo prato adaptado de um outro que todos conhecem em Portugal.

Legumes à Braz

Ingredientes para 4 pessoas:
2 alhos francês; 
2 cenouras grandes;
1 pimento vermelho;
1 beringela;
2 pacotes de batata palha*;
4 ovos;
Azeite; 
Condimentos a gosto q.b. (recomendamos noz moscada, pimenta, cominhos, um pouco de caril e gengibre); 
salsa a gosto.

Preparação:
Colocar azeite no fundo de um tacho e levá-lo ao lume, com o alho francês cortado às rodelas finas, até refogar ligeiramente. Juntar a cenoura ralada e deixar refogar mais um pouco. Juntar o pimento e a beringela em pedaços e refogar mais um pouco. Juntar as batatas e envolver tudo. Juntar os ovos batidos e envolver novamente. Desligar o lume, juntar os condimentos e mexer. Por fim, polvilhar com a salsa.

*recomendação: batata palha larga da marca continente, é menos salgada e menos oleosa.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Código de Ética do Yôgin - III. Astêya

A terceira norma ética do Yôga é astêya, não roubar.

O yôgin não deve se apropriar de objetos, idéias, créditos ou méritos que sejam devidos a outrem.

É patente que, ao fazer uso em aulas, em entrevistas a órgãos de comunicação e em textos escritos ou gravados de frases, definições, conceitos, métodos ou símbolos de outro professor, seu autor seja sempre honrado através de citação e/ou direito autoral, conforme o caso.

Desonesto é prometer efeitos que o Yôga não pode proporcionar, bem como acenar com benefícios exagerados, irreais ou mirabolantes e, mormente, curas de qualquer natureza: física, psíquica ou espiritual.

Um professor de Yôga não deve roubar alunos de outro professor.

Em decorrência disso, será antiético um professor instalar-se para dar aulas nas proximidades de outro profissional da mesma linha de trabalho sem consultá-lo previamente.

Considera-se desonesto o professor cobrar preços vis, pois, além de desvalorizar a profissão, estará roubando o sustento aos demais professores que dedicam-se exclusivamente ao Yôga e precisam viver com dignidade e sustentar suas famílias como qualquer outro ser humano.

Tal procedimento estaria, ademais, roubando da Humanidade o patrimônio cultural do Yôga, já que só poderia ministrá-lo a preços ignóbeis quem tivesse uma outra orma de sustento e, portanto, não se dedicasse a tempo integral ao estudo e auto-aprimoramento nessa filosofia de vida, o que culminaria numa gradual perda de qualidade até sua extinção total.

Preceito moderador:

A observância de astêya não deve induzir à recusa da prosperidade quando ela representar melhor qualidade de vida, saúde e cultura para o indivíduo e sua família. Contudo, a opulência é um roubo tácito.


Fonte: Tratdo de Yôga, DeRose.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Código de Ética do Yôgin - II. Satya

A segunda norma ética do Yôga é satya, a verdade.

O yôgin não deve fazer uso da inverdade, seja ela na forma de mentira, seja na forma de equívoco ou distorção na interpretação de um fato, seja na de omissão perante uma dessas duas circunstâncias.

Consequentemente, ouvir boatos e deixar que sejam divulgados é tão grave quanto passá-los adiante.

O boato mais grave é aquele que foi gerado com boa-fé, por falta de atenção à fidelidade do fato comentado, já que uma inverdade dita sem más intenções, tem mais credibilidade.

Emitir comentários sem o respaldo da verdade, sobre fatos ou pessoas, expressa inobservância à norma ética.

Praticar ou transmitir uma versão inautêntica de Yôga constitui exercício da inverdade.

Exercer o ofício de instrutor de Yôga sem ter formação específica, sem habilitação mediante avaliação de autoridade competente ou sem a autorização do seu Mestre, constitui ato ilegítimo.

Preceito moderador:

A observância de satya não deve induzir à falta de tato ou de caridade, sob o pretexto de ter que dizer sempre a verdade. Há muitas formas de expressar a verdade.


Fonte: Tratado de Yôga, Mestre DeRose

quarta-feira, 21 de março de 2012

Código de Ética do Yôgin - I. Ahimsá

A primeira norma ética do Yôga é o ahimsá, a não-agressão. Deve ser entendido lato sensu.

O ser humano não deve agredir gratuitamente outro ser humano, nem os animais, nem a natureza em geral.

Não deve agredir fisicamente, nem por palavras, atitudes ou pensamentos.

Permitir que se perpetre uma agressão, podendo impedi-la e não o fazendo, é acumpliciar-se no mesmo ato.

Derramar o sangue dos animais ou infligir-lhes sofrimento para alimentar-se de suas carnes mortas constitui barbárie indigna de uma pessoa sensível.

Ouvir uma acusação ou difamação e não advogar em defesa do acusado indefeso por ausência, constitui confissão de conivência.

Mais grave é a agressão por palavras, atitudes ou pensamentos cometida contra um outro praticante de Yôga.

Inescusável é dirigir tal conduta contra um professor de Yôga.

Sumamente condenável seria, se um procedimento hostil fosse perpetrado por um professor contra um de seus pares.

Preceito moderador:

A observância de ahimsá não deve induzir à passivdade. O yôgin não pode ser passivo. Deve defender energicamente os seus direitos e aquilo em que acredita.


Fonte: Tratado de Yôga, DeRose.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

GURUSÊVINS

Gurusêvins são os obreiros da nobreza interior, os arquitetos da raça humana.

Há no mundo um pequeno número de pessoas muito especiais que se realizam ajudando os outros e construindo coisas positivas.

Essas pessoas são os paladinos da dedicação, cuja satisfação reside em espargir felicidade em torno de si e em deixar um rastro de boas obras por onde passam. Tais paladinos costumam estar sempre disponíveis e até mesmo oferecer-se para realizar, anonimamente, trabalhos de suma importância, sem esperar nenhuma recompensa nem renumeração. Sua gratificação é saber que o trabalho foi realizado a contento.

Enquanto a maior parte destrói, esses poucos heróis da Humanidade constroem e fazem-no com a força de milhares, pois, mesmo sobre o assédio destruidor da maioria, a Humanidade progride graças aos que se doam.

Os verdadeiros paladinos mais cedo ou mais tarde serão convidados a participar de um seleto grupo de praticantes, denominado Círculo Interno. Toda a Unidade possui o seu Círculo Interno, sua Guarda de Honra, constituída por gurusêvins dedicados.

O Círculo Interno é um grupo discreto. Para fazer parte dele, só sendo convidado. Para tanto é preciso ter mérito. Tudo é levado em conta.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Convite

Queremos convidar-te para o IX aniversário da nossa escola. Pois é, nascemos no dia 11 de Maio de 2002 mas como é dia de semana, vamos comemorar no Sábado dia 14 a partir das 19H00. Contamos contigo para termos a festa mais animada deste lado do Universo.


O Programa é o seguinte:

19H00 – Recepção aos convidados

20H00 – Jantar Comemorativo

21H00 – Parabéns a você

21H15 – Olhares de Nyása com a Profª Zélia Couto e Santos, conduzido pelo Profº António Pereira.

O que são Olhares de Nyása?

Os Olhares de Nyása, são conversas descontraídas onde são partilhadas as experiências e vivências dos convidados com passagem de fotos e outros documentos ilustrativos dos pontos abordados.