segunda-feira, 28 de março de 2011

Testemunho da Micaela Crespo




Sat chakra

Falar sobre sat-chakra para além do tecnicista que é defini-lo como uma modalidade de sat sanga, em que os participantes, em número mínimo de seis, se sentam em chakra (círculo), com o intuito de executar seis angas (pránáyáma – captação de energia, mantra – equalização de energia, repercussão sonora - dinamização da energia, circulação da energia; projecção da energia e mentalização – criação de filtro kármico), e mesmo assim não cair no lírico que é resumi-lo a energia é um desafio audaz que tentarei colidir.

Ante tudo o que nos pareça superior, sendo-o ou não, estando onde estejamos, seja que cultura tenhamos, temos duas possibilidades: o medo (que poderá redundar em submissão, destruição ou desdém) ou a humildade (que desemboca invariavelmente na descoberta, no conhecimento, no sentimento). Ora, assim postas é fácil ver que a primeira não leva a nada.

Convido-vos então à segunda. Essa garanto-vos é um percurso longo e apaixonante, intrigante, pleno de descobertas, cheio de avanços e recuos e de conquistas. Tendo optado por esse trilho, tem sido tudo o que vos relato.



Vencido que foi o sentir-me ridícula ou praticante de um qualquer ritual excêntrico, acessos daquele medo que dissipei, hei-me aprendendo um pouquinho a cada vez.

Boa viagem!

Micaela

Entrevista de aniversário com a Profª Zélia Couto e Santos

Os aniversários são sempre tempo de balanços e reflexões. Que balanço faz da sua caminhada pessoal e profissional até ao presente?


Faço um balanço bastante positivo. A nível pessoal e como mulher sou bastante feliz. Tenho uma família numerosa que amo e admiro muito, sempre pronta a apoiar-me nas minhas decisões e a incentivar-me. O membro mais novo da família é a chama que aquece o meu coração e que me faz acreditar no futuro.

Tenho um grupo de amigos de há décadas e isso também é algo que me deixa muito feliz.

Quanto à caminhada profissional, esta tem sido o deslumbre da minha vida. Nunca pensei que iria ser o que sou. A minha profissão surgiu na minha vida de um modo muito natural, mas inesperado. É um balanço muito positivo, porque sou feliz na minha profissão e amo o que faço.



Num encontro com o futuro, o que é que a jovem praticante Zélia perguntaria à professora Zélia?

Não faria perguntas, na nossa filosofia não há porquês há comos. Por isso, pediria um conselho.

Sei que ela me diria para percorrer o caminho com tranquilidade, dia após dia, trabalhando, aprendendo, praticando, sabendo que estou na trilha certa e que, quando assim acontece, todas as forças do Universo se conjugam a nosso favor.


E qual a principal mensagem que a Profª. e diretora de Unidade passaria ao jovem praticante?

Temos a sorte de ter encontrado um tesouro nas nossas vidas. Um tesouro que tem passado de Mestre a discípulo, de geração em geração, desde há milénios.

Temos a sorte de conhecer e conviver com um dos maiores filósofos e escritores do nosso século, DeRose. Temos a sorte de receber por via direta esta sabedoria, por isso o meu conselho é este: estuda, convive, pratica muito e aproveita todos os momentos que possas estar junto do Educador DeRose.

Cultiva o contentamento no teu coração, convive muito com os teus colegas e instrutores, sê prestável, sempre atento aos outros e, naturalmente, a tua vida irá por caminhos que nem nos teus melhores sonhos poderias imaginar.


Quais as suas principais conquistas ao longo destes 53 anos?

Subjetivamente é estar bem na pele que visto, estar feliz comigo mesmo e ter chegado até aqui. Espero ainda ter um longo caminho a percorrer.

No entanto, objetivamente e na parte pessoal, considero conquistas ter criado dois filhos maravilhosos, ter um feliz casamento com um quarto de século e ter amizades com décadas.
Na parte profissional, é sem dúvida, o ter aberto a nossa Unidade e tê-la a funcionar há 9 anos e ter evoluído na carreira e estar hoje no Grau de Docente.

Mas a principal conquista é saber que levei e continuo a levar a muitas pessoas o tesouro do Método DeRose. É terminar de dar uma aula e ver o brilho nos olhos dos meus alunos. Faz-me feliz saber que a nossa Escola é um polo irradiador de bem-estar, alegria, felicidade e qualidade de vida para muitos que lá passaram, para os que lá estão e para aqueles que virão… Faz-me feliz ter uma missão na vida e essa missão é encontrar e estar com aqueles que pensam como nós, que querem viver a vida de modo a deixarem uma marca boa no Planeta para as gerações vindouras.


Que projetos e sonhos pretende ainda realizar?

O meu maior projeto é que a nossa Unidade cresça cada vez mais e que formemos muitos Instrutores. Quantos mais formos melhor será o nosso trabalho.

Quanto a sonhos pretendo ainda escrever um livro e viajar muito mais do que aquilo que tenho viajado. Quero aprender ainda muito mais do que aquilo que sei, quero sentir que evoluo a cada dia que passa e que a minha faz sentido. Em suma, quero aquilo que toda a gente no mundo quer: ser feliz e contribuir para que os outros também o sejam!

Aproveito para agradecer a todos os que contribuíram para que eu seja a pessoa que sou hoje!

Agradeço também a toda a equipa e alunos da Unidade 5 de Outubro pela maravilhosa festa de aniversário que me proporcionaram, vocês são a razão do meu trabalho. Obrigada :)



sábado, 26 de março de 2011

Desafio do mês

Testemunho da Ana Paula

A cada sat-sanga e sat –chakra mantemos acesa a chama que nos caracteriza e identificamo-nos continuamente com a nossa linhagem tântrica e sensorial, entendemos o seu efeito e a sua repercussão na nossa evolução pessoal e colectiva.

Este circulo de amigos, de pessoas lindas, reforça os laços fortes da nossa egrégora em cada instante. Em cada flor, fruto, ou alimento presente traduz-se o reflexo de quem somos gerado pelo sentimento de retribuição e de celebração do momento presente. Alegria, sorrisos, mãos unidas caracterizam o que somos e confirmam a certeza do nosso caminho. No som encontramos o tom e sintonias perfeitas que perpetuam a ancestralidade do nosso Yôga.

Swásthya!

Ana Paula Barreto


segunda-feira, 21 de março de 2011

Curso de Formação de Instrutores do Método DeRose


Se pretende ter uma profissão com liberdade de horário, que o remunere dignamente, e que lhe dê satisfação, leia este trecho do escritor e educador DeRose que lecciona há 50 anos, pelo mundo inteiro:

«...A nossa é uma das melhores profissões do mundo. Primeiro, porque, sendo instrutor do Método DeRose, você não precisa ser empregado de ninguém, pode ser autónomo e profissional liberal, escolhe seu horário de trabalho, tipo de público com o qual quer trabalhar e determina até quanto deseja ganhar.


Mas, evidentemente, não se deve escolher uma profissão só pelo seu potencial de remuneração. Devem-se pesar outros factores. Na nossa, trabalhamos com um público seleccionado, educado, jovem, bonito, inteligente e de elevado nível sócio-cultural. Trabalhamos parte do tempo com o corpo e parte com a cabeça. Há estímulos constantes à criatividade. Há liberdade de pensamento e de acção. Contamos com um elemento moral muito forte, que é o fato de você saber que está sendo imensamente útil às pessoas. Há a gratificação de sentirmos que aquelas pessoas que frequentaram as nossas aulas, serão para sempre nossas amigas e que não nos esquecerão jamais. A alegria de, após alguns anos de trabalho, podermos olhar para trás com satisfação e ver que não passamos pela vida em vão...

Além do mais, o mercado de trabalho está saturado para a maioria das profissões, enquanto na nossa está em franca ascensão.»

Somos uma equipa jovem, dinâmica, na qual integração, acção e empenho são palavras de ordem.

Faça parte deste trabalho inovador, promovendo a notoriedade e reconhecimento da Universidade de Yôga, mas com a responsabilidade de perpetuar uma herança ancestral. O manancial de força e sabedoria característicos do Yôga mais autêntico e mais antigo. O objectivo do Curso de Formação de Instrutores do Método DeRose, é resgatar o ensinamento correto do Yôga, com toda a seriedade, bem como conferir, habilitação, preparação e aprimoramento técnico aos futuros instrutores, reciclar os conhecimentos dos já formados ou mesmo habilitar os que leccionam sem formação e sem qualquer preparação técnica, cultural ou moral.

O Curso de Formação é constituído por três graus de instrutor do Método DeRose: Assistente, Docente e Mestre. Cada grau tem a duração de quatro anos. Entretanto, como só se aprende um ofício pondo a mão na massa, os interessados começam a trabalhar já no final do primeiro ano, como estagiários remunerados numa das Unidades Credenciadas. Por isso, o tempo passa muito rapidamente e a maioria consegue chegar à conclusão do curso.

Uma vez por ano o instrutor será avaliado até que complete a sua formação. A cada revalidação, recebe um selo comprovativo no seu Certificado de Instrutor, consoante o grau de formação em que se encontrar.

Programa do Curso Básico de Yôga

O programa deste Curso é constituído por aulas práticas, teóricas e teórico-práticas para que o candidato tenha uma ampla abordagem, vivência e experiência da matéria da qual, entre outros, constam os seguintes temas:

• A Origem do Yôga

• O que é o Yôga

• Qual o Yôga mais autêntico

• Qual a proposta do Yôga

• As quatro grandes linhas de Yôga

• Diferenças entre o Yôga Antigo e o Yôga Moderno

• Os 108 ramos de Yôga; História e evolução do Yôga

• O surgimento dos oito mais importantes tipos de Yôga

• O Yôga de Pátañjali

• O SwáSthya Yôga, codificação do Yôga mais Antigo e Completo

• Tantra

• Meditação

• Chakras e Kundaliní

E muito mais temas que pode ver na monografia do Curso, onde constam o programa, as perguntas e respostas referentes a cada aula. A sua estrutura permite que se inicie o Curso em qualquer época do ano para se terminar um ano depois.



A PROFISSÃO DE INSTRUTOR DO MÉTODO DeROSE

Esta é uma profissão útil, de relacionamento humano gratificante, que ensina a outros o caminho da saúde, da felicidade e da evolução interior. Trata-se de um ofício que beneficia tanto o aluno como o professor, pois estimula este segundo a manter-se num padrão excelente de qualidade de vida. É uma das melhores profissões do mundo!

O Instrutor trabalha parte do tempo com o corpo e outra parte com a cabeça. Há estímulos constantes à criatividade. Há liberdade de pensamento e de acção. Contamos com um elemento moral muito forte, que é o facto de se saber que se está a ser útil às pessoas, sem falar no facto de contar com o respaldo de instituições como a Universidade Internacional de Yôga, a Rede DeROSE e a União Internacional de Yôga. Assim, o instrutor recém-formado começa logo a trabalhar num ambiente propício e cheio de amigos sinceros.

O certificado profissional é emitido em convénio entre o Método DeRose e a Universidade Lusófona de Lisboa.

O próximo curso de formação profissional terá início em Setembro e só serão aceites aqueles que já sejam nossos alunos há, pelo menos, 3 meses :)

De que está à espera para se juntar a nós?

Conheça os alunos que estão atualmente em formação!




quinta-feira, 17 de março de 2011

Sat Sanga e Sat Chakra

Conheça dois dos recursos suplementares que contribuem para melhor integração na egrégora e proporcionar mais satisfação.



O que é o SAT SANGA?

SAT SANGA significa reunião em boa companhia, ou simplesmente associação. Designa um tipo de reunião festiva, geralmente promovida apenas para executar Kirtans. Nessa oportunidade, o oficiante pode aproveitar para fazer uma preleção ou uma meditação de grupo.

Por extensão, pode denominar-se sat sanga uma reunião festiva em casa de um praticante de Yôga, de preferência se todos os convidados forem também yôgins.




O que é o SAT CHAKRA?

SAT CHAKRA é uma modalidade de sat sanga em chakra, em círculo. Não confundir com termo shat chakra que significa “os seis chakras”.

Sat chakra é um tipo de chakra sádhana, isto é, prática feita em círculo.

O Sat chrakra é uma prática em que os yôgins, em número mínimo de seis pessoas, sentam-se, formando um círculo, no qual vão executar seis angas, a saber:

1. captação de energia, por meio de pránáyáma, bombeando energia do ar para dentro do organismo e o prána para os chakras;

2. equalização da energia, mediante a utilização de mantra, realizando os mesmos mantras, ao mesmo tempo, no mesmo volume e no mesmo ritmo;

3. dinamização da energia, pelas palmas, ao atritar os 35 chakras que possuímos em cada mão;

4. circulação de energia, dando-se as mãos e fechando a corrente;

5. projeção da energia, por mentalização e/ou imposição das mãos;

6. Filtro contra retorno kármico, utilizando mentalização específica.

 
Desafio do mês!
Envia-nos o teu testemunho sobre o sat chakra.



sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A História da Micaela Crespo

Eu cheguei à Unidade 5 de Outubro, mas cheguei a medo. Como numa daquelas histórias de telenovela argentina em que a moça começa novo namoro, e, pelo sim pelo não, mantém o anterior, só a ver em que é que param as modas.

E é assim que, estando em Fevereiro de 2008, vinda de uma daquelas viagens arrasadoras em que o chão me parece andar debaixo dos pés, me vejo à porta da academia do N. D., pé dentro pé fora, a falar com um senhor muito vestido de azul e também muito calmo (não quero aqui usar o "Zen", que parece mal, mas cai-lhe bem). Digo-lhe ao que vinha. Queria pagar a mensalidade do Judo da minha filha Leonor, que a viagem me impedira de pagar a horas. Não era com ele, explica-me com toda a calma. Com ele era Yoga.

- Quer experimentar? pergunta-me.

No meio de tanta calma, que conseguiu não me irritar (normalmente as pessoas que fazem muito suspense em cada frase irritam-me), quis mesmo experimentar. E o senhor de azul, mais novo do que eu, de quem hoje não me lembro o nome, foi meu professor, pelo menos até Julho.

Entrei triunfal. De preto. - Tente cores mais claras. Disse-me ao descair.

A minha primeira aula foi uma autentica sessão de tortura. Hoje sei que o que fiz foi uma aula de yôga ortodoxa "sem contemplações". Depois de um mantra puxado, de me debater com o pránáyáma e de perceber que não sabia respirar, entrei num ásana severo de 2 minutos e meio para cada lado. Ai pernas, que vos preciso para a embraiagem! E vai que chego à invertida sobre os ombros. Boa, uma que eu sei bem, fazia isto em pequenita e ainda hoje quando me apetece! Não, nem pensar, quem está com o período não a deve fazer por razões de segurança (sem mais). Bolas, que mau feitio. E mesmo assim gostei! Foram precisas mais umas aulas para perceber que gostava da ideia, mas tinha de haver algo melhor. Foi preciso ainda comprar umas calças de um azul petróleo lindíssimo, com um top de pandam, nada baratinhos acrescente-se, e me sair o senhor azul: - Desculpe, mas essa cor está reservada ao mestre. Afinal o rosa é que era para as meninas!

O tanas, aí que tanta calma e má vontade me fizeram dar corda aos dedinhos e procurar na internet algo mais docinho. Yoga sem "^" procurei eu. Sairam-me os Samkhya, de quem já era aluna e um tal de Raja Yôga, ali para as Amoreiras. Lá fui eu. Aula experimental. Não me apanhavam noutra. E eram grávidas-gravidíssimas, muita mentalização e um Súrya Namaskára interminável. Não, ainda não era aquilo!

Mudei a busca: Yoga em Lisboa. Mesmo sem "^" lá apareceu a Unidade! Uma senhora cativante ao telefone. Uma visita apressada. Um Hugo convincente. E muita pressa, muita mesmo. A senhora cativante materializou-se numa Professora Zélia simpática, mesmo muito simpática, o que por acaso não me irritou, ainda que à data bebesse do cliché do muito-simpática-muito-cínica. A cada vez que nos cruzávamos, vinha-me a nítida sensação de que já a conhecia. Mas a convivência veio a provar que não, não a conhecia de lado nenhum, nem tão pouco ela a mim (quisera hoje, quem sabe), mesmo assim, sabe-se lá porquê, hoje subsiste essa sensação. E depois de muita aula boa, depois de ter sido simultâneamente aluna de dois métodos por quase dois meses e de ter optado por este, fiquei, fui ficando, vou ficando, na unidade e no mesmo nível! Isto apresar das reclamações, mais que fundadas, sublinhe-se, daquela senhora simpática que até me propôs que vos contasse tudo isto e na qual ouso depositar toda a responsabilidade destas palavras. E porque vos adoro, desejo-vos muito Rosa. (agora até já gosto!)

Beijos

Micaela

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A História do Paulo Guilherme

Um dia alguém me perguntou se eu já tinha pensado em praticar Yôga...
Já tinha várias vezes passado nalguns sitios onde tinha visto umas placas a dizer “Universidade de Yôga”, soava a algo “sério” e decidi ir à Unidade Marquês de Pombal.
Deram-me informações e um livro “O que é o Yôga?”, mas na altura não faziam aulas experimentais, por isso vim-me embora. Ainda repensei, pois a minha intenção era também a formação profissional, mas sem ter experimentado não sabia qual o ambiente das aulas.
Entretanto fui experimentando várias aulas de outros tipos de Yôga mas, cheguei à conclusão que assim não chegava a lado nenhum, porque ainda que os efeitos fossem muito bons o meu coração dizia-me que não era ali. Parei de experimentar.
Uns tempos depois algo dentro de mim se “iluminou” e percebi que era na Universidade de Yôga, mesmo sem aula experimental. Fui à internet, vi todas as Unidades em Lisboa e seus instrutores e percebi que a Unidade 5 de Outubro era a eleita do meu coração.
Vim à Unidade, fui muito bem recebido pela Professora Zélia, tivemos uma bela conversa e inscrevi-me. Há dois anos e meio que cá estou e adoro, também já comecei a formação profissional e o meu empenho redobrou.

Venham, experimentem e se o vosso coração brilhar, juntem-se a nós...

                                 SwáSthya

P.S.- Podem fazer aula experimental.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A História da Vanda Mendonça

Sempre tive uma grande curiosidade em relação ao Yôga. Lembro-me de ainda criança fazer a invertida sobre os ombros, imitando o meu pai que praticava Yôga em casa.

O bichinho ficou. Durante muitos anos, sempre que ouvia ou via algo sobre Yôga sentia um enorme desejo de saber mais sobre essa filosofia. No entanto, provavelmente, não era ainda o momento certo.

Esse dia chegou há cerca de dois anos, ainda na ilha Terceira, quando a minha irmã me levou a experimentar uma das suas aulas de SwáSthya Yôga, com a instrutora São Quadros. Adorei tudo, desde o primeiro minuto! Comecei então a ler alguns livros do Mestre DeRose e tive a certeza – tinha, finalmente, encontrado a minha tribo!

Mas a verdadeira revolução aconteceria um ano depois, em Outubro de 2009, já em Lisboa, ao descobrir a Unidade 5 de Outubro, através de um postal do Método DeRose, que encontrei num centro comercial das redondezas e que ainda hoje guardo. Decidi inscrever-me e, desde então, a minha vida não parou de mudar. E para melhor!

Fui recebida por uma equipa maravilhosa, que me tem ajudado a ser uma pessoa mais feliz, mais saudável e mais bonita, por dentro e por fora. Recentemente, comecei a minha formação para tornar-me instrutora do Método DeRose e poder partilhar o carinho e a alegria desta egrégora com o resto da humanidade.

Obrigada 5 de Outubro!

A História da Ivone Loureiro

Tudo começou muito recentemente, em Julho deste ano e em contexto de ginásio, onde pela primeira vez tive contacto com o SwáSthya Yôga… frequentei duas aulas… fiquei maravilhada, foi como um “clique”… houve uma imediata identificação…como se algo dentro de mim me impelisse a esta nossa filosofia de vida.

Pesquisei através da internet e fui atraída para a 5 de Outubro; de imediato efectuei contacto telefónico afim de saber o que seria necessário para frequentar o Curso de Formação de Instrutores e fui calorosamente atendida pela Profª Zélia… que me disse que era uma Formação muito exigente…pensei “estupendo” era mesmo isto que eu procurava!
Em Agosto fiz uma visita à Unidade, adorei o espaço, muito aprazível. Fui recebida com tanto carinho, que me senti logo em casa.


A primeira de muitas conquistas, que advirão, foi receber o estatuto de Sádhaka. A emoção foi indescritível!

E aqui estou eu nesta maravilhosa Unidade, a frequentar o Curso de Formação para Instrutores e a fazer parte desta fantástica Egrégora, de que tanto me orgulho.

Deixo um convite a todos os meus amigos, venham experimentar… e conhecer as pessoas adoráveis, com as quais tenho o privilégio de conviver.

Obrigada a todos pela forma como me receberam na Unidade!

Ivone Loureiro